sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Telefone - Palavras por um fio

O telefone surgiu de tentativas para fabricar um aparelho que aumentasse a capacidade auditiva dos surdos
Por uma estranha coincidência, a pri¬meira mensagem transmitida por te¬lefone, um instrumento que se re¬velou um valioso auxiliar em casos de emergência, foi um pedido de auxílio emi¬tido pelo seu inventor.
No momento em que se preparava para experimentar pela primeira vez o seu in¬vento, Alexandre Graham Bell derramou acidentalmente algum ácido sobre o fato.
Consequentemente, as primeiras palavras que o assistente, que esperava na cave da casa de Bell, ouviu, através do auscultador, do seu patrão, que se encontrava no sótão, foram: «Sr. Watson, venha cá! Preciso de si!»
Bell, que nasceu em Edimburgo em 1847, tentava produzir uma máquina que permi¬tisse a comunicação com os surdos quando descobriu os princípios básicos do telefone. Concluiu que, fazendo vibrar a voz humana
sobre um diafragma de ferro colocado junto a um magneto rodeado por uma bobina de arame, se criava uma corrente fraca que po¬dia ser transmitida por um cabo a outro dia¬fragma semelhante.
Embora Bell seja geralmente reconhecido como inventor do telefone, em 1876, dez anos mais tarde, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos aceitou uma reclamação de prioridade apresentada por um italiano, An¬tônio Meucci, que em 1854 aperfeiçoara um dispositivo semelhante em Havana. Tam¬bém um alemão, Johann PhiJipp Reis, cons¬truiu um destes aparelhos em 1861.
Admite-se que Bell possa ter sido in¬fluenciado por Reis, mas é quase certo que criou o seu telefone sem conhecimento das experiências de Meucci.
Bell inventou ainda o disco de gramo¬fone, o fotofone - que foi o precursor da banda sonora dos filmes - e o olho elétrico.
Fonte: O grande livro do maravilhoso e do fantástico – Reader´s Digest

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